31 julho 2004



Tudo igual

O c�u � azul
E as crian�as ainda gritam embaixo da minha janela
Jornais espalham as not�cias pontualmente
E as f�bricas ainda hipnotizam seus oper�rios pelo apito
Confiro pela janela
O sol nasceu e o c�u � de fato azul
Tomo um caf�, j� nao fumo.
E agora reparo naquela flor
Ainda tem a mesma cor e cheiro
Eu nao tenho o mesmo cheiro
Vejo que tudo � quase igual
S� nao tenho mais teu cheiro em mim
Gostava de te-lo.
Logo adiante ainda vem vindo algu�m
E ele ainda passa por mim
Agora vejo seus olhos
Olhos diferentes, olhando-me
Achei tudo tao igual...
O movimento da vida � igual
Mesmo sem teu cheiro em mim.

30 julho 2004

Mais uma boa explica�ao...



"Mesmo correndo o risco de parecer rid�culo, deixem-me dizer que o verdadeiro revolucion�rio � guiado por um grande sentimento de amor. � imposs�vel pensar num verdadeiro revolucion�rio sem esta qualidade."

Ernesto Che Guevara

26 julho 2004

Mania de Explica�ao

Era uma menina que que gostava de inventar uma explica�ao para cada coisa.
Explica�ao � uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
Ela achava o mundo do lado de fora um pouquinho complicado.
Se cada um simplificasse as coisas, o mundo podia ser mais f�cil, ela pensava.
Entao tentava simplificar o mundo dentro da sua cabe�a.
Simplificar � quando em vez de pensar em 4/8 a pessoa pensa logo em 1/2.
Solidao � uma ilha com saudade de barco.
Saudade � quando o momento tenta fugir da lembran�a pra acontecer de novo e nao consegue.
Ang�stia � um n� muito apertado bem no meio do seu sossego.
Preocupa�ao � uma cola que n?o deixa o que nao aconteceu ainda sair do seu pensamento.
Vontade � um desejo que cisma que voce � a casa dele.
Dificuldade � a parte que vem antes do sucesso.
Sucesso � quando voce faz o que sabe fazer s� que todo mundo percebe.
Indecisao � quando voce sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.
Intui�ao � quando o seu cora�ao d� um pulinho no futuro e volta r�pido.
Sentimento � a lingua que o cora�ao usa quando precisa mandar algum recado.
Tristeza � uma mao gigante que aperta o seu cora�ao.
Desilusao � quando anoitece em voce contra a vontade do dia.
Perdao � quando o natal acontece em maio, por exemplo.

Adriana Falcao

25 julho 2004

BRASIL CAMPEAO DA COPA AM�RICA - 2004



   

Vamos.. concordem comigo:
Ganhar � bom... mas ganhar da Argentina � BOM DEMAIS!!

Fundo Musical: A DONDE VAS QUEDATE EN BUENOS AIRES - Cacho Castana

23 julho 2004

 OJOS

Ojos dulces,
 Ojos negros,
Ojos tiernos.
Ojos claros,
Ojos nobles,
Me pregunto?
Acaso son as� tus ojos,
 Acaso son sensibles,
Acaso sienten algo,
Oh, acaso son solo,
Ojos que no ven,
Coraz�n que no siente.

Bernardo Dario Toro



22 julho 2004


Sem tela, tintas ou pinc�is

Quero o silencio da noite
E quando o dia amanhecer,
Quero-te ao meu lado.
Tua pele colada a minha.
Quando os raios de sol tocarem meu corpo,
Quero que me aque�as
Se tu meu sol,
Que me invade trazendo calor
Se tu meu ar
Que acelera minha respira�ao.
Quando j� o dia desenhado
Quero-te al�m de mim, 
Tua alma desenhada na minha
E de n�s, ver nascer um quadro
Sem tela, tintas ou pinc�is
Retira da luz nosso tom
Contorna-me com tuas maos.
Quando o sol j� de tao lil�s...
Quiser ir embora,
Tu, dentro de mim permane�as
Em gozo infinito
Eu e tu pintados,
Calados,
Colados
Coloridos.


P.S. "Se" tu meu sol.. "Se" tu meu ar..  tem acento circunflexo!!

20 julho 2004

"Sofro de uma doen�a chamada "aerite""
Alberto Santos Dumont



QUANDO TUDO ACONTECEU...

1873: Em Cabangu, Minas Gerais, em 20 de Julho, nasce Alberto Santos-Dumont, neto do joalheiro frances Fran�ois Dumont que viera em meados do s�culo para o Brasil.
1891: Henrique Dumont, pai de Alberto, vai com a fam�lia para Paris.
1897: Santos-Dumont encomenda a constru�ao de um aer�stato no qual, pela primeira vez, consegue elevar-se nos ares.
1898: Santos-Dumont faz dezenas de ascensoes em balao.
1899: Alberto constr�i o Santos-Dumont n.? 4.
1901: Santos-Dumont contorna a Torre Eiffel, conquistando o pr�mio institu�do para quem cometesse a proeza pela primeira vez.
1904: Publica o seu livro Dans l'air.
1906: Em 23 de Outubro, sobe no seu aeroplano 14-Bis.
1909: Santos-Dumont atinge num aeroplano os 77 km por hora.
1910: Devido a doen�a, o aviador brasileiro d� a sua carreira de pioneiro da avia�ao como encerrada.
1918: Publica o livro O Que Eu Vi e o Que N�s Vemos.
1932: Morre na cidade de Guaruj�.
Prenda
 


Esta prenda vai para todos os meus amigos portugueses, que em terras de al�m mar andam a morrer de calor...
Comprei este ventilador na esperan�a que nao deixem seus miolos derreterem...
Tenham um dia do amigo bem refrescados!

19 julho 2004

Infelizmente continuo a escrever sem a maioria dos acentos gr�ficos...
Ainda nao fiz acordo com os "tils", as "crases", os "cricunflexos" h� por a� um t�mido acento agudo... e nada mais. Haja paciencia!
 
Obscenidade Maior
(imaginem aqui a foto de um homem sentado em uma cadeira, cabe�a baixa, bra�os apoiados nas pernas e maos sujas de sangue!)
 
Quando a conheci ela j� nao era mais uma menina, j� conhecia e tinha feito de tudo na vida. E eu sabia que ela gostava da vida que levava.
Nao me importava com isso. Eu tinha consciencia do que eu sentia por ela e ela por mim. Importava para mim como era quando est�vamos juntos, s� eu e ela.
A� ela desligava o celular, se desligava de tudo, e a gente namorava como dois adolescentes. Eu enxergava nela toda a pureza e inocencia de menina, a sensualidade e companheirismo da mulher e sentia a prote�ao e admira�ao que s� as maes podem dar e merecer.
Muitas vezes ela se recusava a transar comigo porque estava cansada do "trabalho". Eu compreendia e dormia agarradinho com ela. Para mim ficar junto era o mais importante.
Meus amigos... Amigos nao! "Conhecidos" (aprendi com o tempo que s� tenho conhecidos e que nem sequer conhe�o direito), eles diziam que eu era louco de viver com esta situa�ao.
Eu nem sequer respondia. Pensava comigo: pior e quem tem uma mulher s� para ele na cama porque ela nao conhece ningu�m, ou porque ela nao tem outra op�ao. E mais, as vezes o sujeito tem uma mulher exclusiva, mas ela vive sonhando e tendo paixao por qualquer ator de novela, ou outro qualquer.
O que � pior, dividir o corpo da mulher amada?... Ou ela ter o cora�ao e os sonhos com outro?... Para mim, vale mais o que a gente carrega dentro do peito. Por isso eu nao dou bola pra conversa fiada. Mas isso nao impedia de eu virar motivo de piadinha, que eu tamb�m nao dou bola.
No come�o ainda dava um sopapo ou outro e at� quebrei um taco de sinuca na cabe�a de um infeliz uma vez. Nesse dia a gente tava jogando eu j� tava com a bola sete na boca da ca�apa! O taco escorregou dentre os dedos e eu errei a jogada. O maldito falou. "At� o seu taco ta te traindo heim"! Minha outra tacada foi bem no meio da cabe�a chata dele! O coitado baixou no pronto socorro minando tanto sangue pela testa que a camiseta listada de vermelho e branco ficou �, toda vermelha. Depois me arrependi e jurei nao ligar mais pra nada que ouvisse, me distanciei tamb�m de gente intrometida que fica cuidando da vida dos outros, vendo o que um faz, o outro faz, ou deixa de fazer.
Teve uma vez que ela me ligou dizendo que tinha uma viagem a "trabalho" de um mes para outro pa�s. Nao perguntei nem pra onde e disse que eu nao queria. Ela insistiu que a grana era alta, que era uma oportunidade de ajeitar as contas. Eu senti muito mais aceitei, at� cuidei do cachorro dela enquanto ela tava fora. Quando voltou, eu fui buscar ela no aeroporto. A gente se viu de longe, ela correu ao meu encontro e me abra�ou forte! E eu percebi que ela continuava minha como sempre foi o tempo todo que estivemos juntos.
Eu nunca quis entrar em detalhe do que acontecia longe de mim, isso era besteira e s� ia fazer sofrer a toa. De vez em quando ela me contava que tinha tido um programa mais f�cil ou mais dif�cil, mas era s�.
Tamb�m vi muitas vezes ela chegar com cliente dentro de carrao importado na esquina de baixo. Eu sabia que as vezes ela jantava em restaurante fino, tomava caf� da manha com suco, queijo, presunto, frutas, desses que tem em hotel de luxo. Mas eu sabia tamb�m que ela nao trocava a sopa de cebola que tomava comigo de madrugada no Mercado Municipal do Ceasa ou o pingado com pao com manteiga no boteco da esquina por nada disso. E s� porque era comigo!
Ela tamb�m adorava quando eu pegava meu carrinho velho e descia a serra com ela pra passar o dia na praia, me dizia olhando bem dentro dos meus olhos que a Praia Grande comigo era melhor que Paris. Acho que foi pra l� que ela foi quando ficou fora um mes.
Vivemos assim juntos uns quatro ou cinco anos. At� que eu comecei a perceber ela com o olhar distante, distra�da, como se tivesse comigo e a cabe�a bem longe. Tamb�m me beijava com a boca que mal abria direito. Isso foi logo depois que o cachorro dela morreu e eu fazia for�a pra acreditar que era por causa disso. Diz que o homem � o �ltimo a acreditar que a mulher nao quer mais saber dele, e � verdade
Uma noite, j� bem tarde, eu esperava ela olhando pela janela do apartamento quando vi um carro chegar na esquina, desci imaginando encontr�-la como sempre, com um abra�o apertado e vi ela ainda dentro do carro beijando a boca do outro. Via, mas ainda nao acreditava. Na bochecha dela se via a l�ngua dele mexendo e fazendo volume por dentro! Parecia os beijos que a gente dava antes do cachorro dela morrer, ou nosso amor morrer... Mas s� que pra mim aquele beijo dela em outro era nojento, era a obscenidade maior que ela podia fazer.
�, mas como eu j� disse, eu nao queria acreditar e continuei me enganando, pensado que nao tinha visto direito. Era s� mais um cliente - continuei a me enganar para nao sofrer.
Ela desceu do carro e quando me encontrou no hall do pr�dio me deu um beijo no rosto sem olhar nos meus olhos nem me abra�ar e subimos no elevador como dois estranhos. Antes de entrar no apartamento, enquanto eu procurava as chaves perguntei quem tinha trazido ela. E ela respondeu que nao interessava. E chamou o elevador de novo apertando o botao. Perguntei aonde ela ia. E ela falou que tamb�m nao interessava.
Enquanto ela falava virada pra mim, a campainha do elevador tocou anunciando a porta abrir e eu ainda pude ver o buraco escuro porque o elevador nao estava l�! Tentei segur�-la pelo bra�o para ela nao ir e cair no buraco que ela nao tinha visto. E ela ainda sem ver soltou-se de mim com for�a, virou-se e foi de encontro ao po�o escuro. Quase cai junto tentando pegar ela Doutor. Eu juro fiz o que pude Doutor, fiz o que pude.
O delegado com a voz forte e em tom ir�nico falou.
- "Bela est�ria! Estou at� com l�grimas nos olhos de tanta emo�ao! S� falta voce explicar porque o corpo estava sem o cora�ao?"
- Ora Doutor, o cora�ao � meu! Peguei o cora�ao porque o cora�ao � meu!
 
Madeu St�Ore em Frenesi e Lucidez ... vale a pena conferir este blog!
 
Fundo Musical: Oh Mo Dhuthaich - Capercaillie


18 julho 2004

Fragmentos

� tarde, sol poente. Raios vermelhos e laranjas cobrem o c�u e uma nostalgia invade minha alma. Neste momento penso no passado. Passado que se mistura com presente e futuro, com magia e realidade, sonhos. Nao tenho lembran�as n�tidas de quando era crian�a, apenas fragmentos.

 Nunca fui a mais t�mida na escola nem com amigos ou at� mesmo em casa, mas tamb�m nao conseguia ser exatamente como queria, fui um projeto de mim mesma. Lembrar isso provoca-me uma sensa�ao estranha. Estranha e boa. Sensa�ao de projeto finalmente iniciado, modelando-se.  Faz-se diante de mim a figura de mim mesma. Aquela que por muito tempo persegui.

Sempre tive a n�tida no�ao da dificuldade de finalizar esse projeto de mim. Nem quero. Seria o ponto final. Cen�rio e personagem nao se harmonizavam, ainda hoje nao se harmonizam completamente e isso faz-me acreditar que nao perten�o a este lugar. Nao tenho lembran�as tamb�m de outras vidas, mas, sei que � de uma outra vida a sensa�ao que trago comigo desde cedo.

Hoje, lembrei que uma amiga sabe sentir isso que sinto. Percebe a diferen�a entre ser e estar. Estou certamente aqui e nao sou eu ou, sou eu e nao estou aqui. Realidade e fantasia se misturam numa tenue diferen�a que nao consigo encontrar o ponto de partida, o ponto de chegada.  Nao consigo separ�-las, ao passo que nao consigo uni-las.  Estivemos muitas vezes, por horas, a tentar definir, eu e ela, o que seria esta emo�ao, este estado de divisao e uniao.

Por vezes t�nhamos a impressao que sab�amos tudo e no segundo seguinte nao sab�amos nada. Sent�amos, era f�cil, sab�amos disso, mas definir se tornava para n�s duas, cada vez mais complicado, por�m cada vez mais excitante e desafiador. Um alimento para nossas vidas... Sabemo-nos especiais. Muitas vezes especiais para outras pessoas, muitas vezes uma para a outra e ainda outras vezes especiais para n�s mesmas.

Hoje, sei onde ela est�. Amanha nao sei. Por isso, deixo escrito, aqui, hoje, porque sei que estou viva, deixo escrito que sentir-se assim, especial e diferente, inclu�da ou exclu�da, que esta sensa�ao de sonho-realidade nos abre caminho em mundos que poucas pessoas conseguem sequer compreender que existam e que por conseq�encia nao percebem a diferen�a entre eles.

 Somos especiais sim, minha amiga. Somos m�gicas. Sentimos a magia no ar! E se pud�ssemos olhar nossos olhos num desses momentos de transe, ver�amos certamente um raro e infinito brilho no olhar. Nao olhamos nossos olhos neste momento, sentimos nossas almas brilharem com a for�a que o universo tem para se(nos) revelar.

H� pessoas que veem o que temos de melhor, h� pessoas que veem em n�s o que temos de mais puro e livre. Nos vemos assim. Entre mundos, entre idas e vindas temos a nossa identidade, sensibilidade simbolizada pela percep�ao de brilhos, pela suposi�ao de felicidade, pela sensa�ao de infinito, pelos sonhos repartidos, alegrias somadas, tristezas divididas.

Nao quero, quando descobrir em qual dos mundos viver, ter a sensa�ao que ficou alguma palavra sem ser dita, algum gesto sem ser feito, sorrisos sem ser dados, carinhos contidos, emo�oes suprimidas. Meus sorrisos e sonhos alegres, cheios de esperan�a dedico a ti neste momento.

Agora, entre as linhas que nos encontramos, observo este p�r de sol e sei que saber�s compreender o que neste momento sinto. Um dia, entre um caminho e outro nos encontraremos como sempre foi, e como para sempre continuar� sendo.

Sempre entre mundos, deste ou doutro lado... vemos-nos.


17 julho 2004

    
  Ainda no nordeste brasileiro...
   
  Aldemir Martins - Cangaceiros Quadros em acr�lico sobre tela




DICION�RIO PERNAMBUCANO - Parte II

Pernambucano leg�timo respeita seu idioma e fala como "Cabra Macho", veja a seguir
Em Recife... 
 
Quando se d� um calote,  PASSA-SE UM "XEXO"!!
Voce nunca � tratante e sim: FARRAPEIRO
Os homosexuais sao todos FRESCOS OU FRANGOS 
Aquele "babado" da Revista Caras significa: aquela RESENHA
Nao se come rocambole e sim: BOLO DE ROLO 
Pao Baguette fica melhor se chamado de: PAO TABIC
Quando necessitar falar: Nao aguento mais!!, fale: "SE FECHE PRO MEU LADO"! 
Quando se espantar com algo, nunca fale: Nossa!!, fale: VIXE!!! 
Aquele amigo ordin�rio nao � dedo-duro, mas:"CABUETA
Tres dias seguidosao: "TRES DIAS CARREADOS
Ao perder o �ltimo �nibus voce acabou de perder o BACURAU 
Quando se pega a mesma Prostituta do amigo, pegou PAO COM BANHA!! 
Ao falar: A noite passada..., fale: ESSA NOITE... 
O Ricardao cuidadoso � popularmente conhecido como URSO P�-DE-L?!! 
Quando se fala do �nus alheio, fala-se do "BUTICO" alheio 
Mulher que nao presta � PARICEIRA 
Quando se levar chifre, estar� levando GAIA 
Desde que nasci, signifa: DERNA QUE NASCI!! 
Aquela carninha cozida com pirao s� se conhece como CHAMBARIL
E aquele ex�tico picadinho de v�sceras: SARAPATEL
Quando bater aquela vontade de um Hot Dog, fale: QUERO UM COMEU-MORREU
Ir ao Centro ainda significa: IR PRA CIDADE 
Nunca mate a aula e sim v� GAZEAR A AULA
Quem fica fazendo muitos trejeitos, fica cheio de: PANTIM!!
Como � bom a �poca de Natal e Ano-Novo!, ou seja, "AS FESTAS
Quando passar um rato enorme, fale: SAI GABIRU!! 
Ao observar um sapo grande, ver� um CURURU 
Os mosquitos tamb�m sao chatos, por�m sao MURI�OCAS 
Se tiver muita sorte, voce � muito CAGADO 
Golpear com os dedos, cuidado! � um PETELECO!
� Melhor nao mexer, ou seja, ao BULIR
Ir ao supermercado ainda significa, FAZER BOMPRE�O* ( CASAS CIAS* ) 
Zombar de algu�m, voce estar� MANGANDO! (ARRIANDO)! 
Tirar um sarro � o mesmo que TIRAR ONDA 
Dar uns amassos ainda � o mesmo que SARRAR 
Bombom s� se conhece como CONFEITO 
O desonesto sempre ser� CABRA SAFADO!!!
 
*nomes de supermercados da regiao, um deles (casa cias) j� nem mais existe h� muito tempo...