Deliciem-se.
Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente.
Traduzir uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte -
será arte?
Ferreira Gullar
31 janeiro 2010
29 janeiro 2010
(Desafio )
Vicktor, do blogue Oficina das Idéias, lançou-me um desafio para mencionar 5 manias ou hábitos que nos diferenciam ou aproximam dos outros.
Ai estão 5 manias minhas:
1. Estico bem o lençol da cama antes de dormir
2. Não encosto nada nos cantos, deixo sempre um pequeno espaço.
3. Gosto de consultar a numerologia das coisas e pessoas
4. Sempre tenho algum anel no dedo.
5. Prefiro sonhar de olhos abertos, alimenta minha alma
Segundo as regras do desafio preciso indicar cinco blogues para que façam o mesmo.
São estes:
Poesia de Vieria Calado
Humores
Dez-Dedinhos
Eu sei que vou te amar
Simbiose
Representando Lula, Amorim recebe prêmio no Fórum de Davos
28 janeiro 2010
21 janeiro 2010
Charles Gavin, Tony Bellotto, Paulo Miklos e Sérgio Britto
Olhei até ficar cansado de ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado as flores que estão canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
Embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo o que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores tem cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
20 janeiro 2010
14 janeiro 2010
Sonhos
Acreditar na seriedade disso e afastar de perto qualquer dúvida sua ou de outros sobre as possibilidades que se desenham à sua frente é fundamental para que possamos nos prevenir sobre fatos que irão nos acontecer assim como conseguirmos mais facilmente identificar em um simples gesto de “largar a mão” de alguém no sonho a simbologia de rompimento, distanciamento real contido nele.
A cada dia que passa tenho a impressão que não devo desdenhar dos sonhos. Dos meus sonhos.
13 janeiro 2010
12 janeiro 2010
Dedos - Detalhe de óleo sobre tela, fotografado e trabalhado digitalmenteYeda Arouche - 2007
Tenho estado afastada. Não sei exatamente por que motivo. Talvez preguiça. Talvez cansaço. Talvez alegria ou tristeza. Talvez não seja nada, só aquela vontade de deixar os dedos calados. Mas eles, meus dedos, não ficam muito tempo quietos e por isso se rebelam quase sempre. Essa fantástica rebeldia me alicia completamente e me coloca diante de mim e das minhas palavras, de mim e dos meus sentimentos, de mim e dessa boa, cúmplice e plena relação que tenho comigo mesma e que me leva a lugares e a pessoas que são minha fonte de inspiração. Meus dedos me trouxeram de volta.
08 dezembro 2009
Sérgio Natureza/Tunai





